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domingo, fevereiro 08, 2009

Da água que escorre pelas páginas nas tardes de chuva


O meu corpo desfez-se pouco a pouco com a humidade. Apodreceu entre ferrugens e saudade, empapado pelo suor de amores passados. O ar é pesado, saturado de solidões nas tardes chuvosas dos domingos deste Inverno. Sufoco. Braços, corpos, ventos loucos e a distância é tanta, rasgada na minha pele. Os cabelos colam-se-me à pele e a pele à alma e a alma não voa. Sufoco, já te disse: a alma não voa.


(Pintura: "Flood", por Gertrude Abercrombie)

Air - Bach