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segunda-feira, junho 28, 2010

Todo

Chama-me louco. Ou obcecado ou desiquilibrado. Que eu continuo. Tropeço entre dúvidas, carícias, telefonemas interrompidos ou beijos que rasgam a carne. E trepo e escavo os socalcos da vida. Semeio e rego. E trato as cepas. Entre dias em que a alegria jorra pelos campos fora. Ou em que o desespero arranca raízes com as unhas em sangue. Faço. Construo. Porque o amor não é sereno. É irregular e inconstante. Mas tão doce e eu quero servir-to. Todo. Sempre.

sexta-feira, junho 04, 2010

Ser (assim) contigo


E é quando cuidadosamente te seguro a cabeça e a deposito no meu peito que tenho a certeza. É assim que tudo deve ser. O medo ronda o leito mas não ousa entrar. E enquanto eu te apertar contra mim asseguro a continuidade das estações. E cada alvorada e cada crepúsculo. Enquanto os meus braços te segurarem manter-se-á a constância das ondas ao longo da costa e os rios correrão para o mar. Como sempre têm feito. As ervas e os troncos continuarão a rasgar a terra e a lua guiará os que se perdem na noite dos sentidos. Porque só assim as coisas fazem sentido. Mesmo quando parece que não.


(imagem: "Os amantes", por René Magritte)

Air - Bach